A rua que eu imagino, nâo soamente é uma rua senâo que é um balâo, com sua fonte enmeio e sete ruas cercadas. Sete ruas diferentes: escuras, luminosas; fredas, caldas; longes e reitas como a vida, pequehnas e convexas como espelhos...nhas y espejos convexos como ...
Eu gosto de ficar no centro, perto da fonte, e olhiar as pessoas. As vezes, ar de espelho cada sonriso, cada mirada que veo. Quando cae a tarde, preciso mais de caminhar, eu compro um sorvete e fico na fonte, com seu água que brota e seu agua parada enquanto meu sorvete se consume.
Depois, viro dereite, viro a esquerda, e escolho uma rua, que me leve longe daqui, fora, e mais perto de meu couraçâo.
Assim, comença a chuva de lembranças, de mim , de você, daquellas tardes em outras ruas e ocasos. Algumas vezes eu quero voltar, nâo caminharmais e correr ao balâo de novo e escolher outrarua mais alegre e com menos saudade, recorrer outro caminho e nâo seguir o caminnho por onde passei.a en otras calles y puestas de sol. A veces me quiero ir, no caminhar mais y ejecutar a la bolsa de nuevo y elija outra rua más feliz y menos soledad, utilizar una ruta diferente y no seguir la medida de lo caminnho I.
Nessas ruas, onde fica a saudade, eu -permanezco- semanas e queando volto ao balâo dormo dis dias mais. E quando a rua e mais alegre, efémera, eu vi tâo veloz que nâo lembro cómo e que chegue alí ou a onde voi, a onde vamos a chegar.
Eu acho , hoje, estou perdida...¿Quando é que você chegara?
Escrito: 9, junio, 2009